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16/07/2012 - 11:53 - Fonte: Diário do Jequi

Comitê Gestor define nível III para hospital de Pedra Azul

Com a elevação de nível, o Hospital Ester Faria de Almeida passará a contar com plantão presencial 24 horas de médicos clínicos e pediatra e plantão médico alcançável das especialidades de gineco-obstetra, cirurgião geral, traumato-ortopedista e anestesista.

Foto: divulgação Comitê Gestor define  nível III para hospital de Pedra Azul
Hospital Ester Faria de Almeida em Pedra Azul

Os membros do Comitê Gestor de Urgência e Emergência das Macrorregiões Nordeste e Jequitinhonha reuniram-se, no dia 05 de julho, no auditório da Casa Paroquial de Pedra Azul para discutir o funcionamento da Rede de Saúde na região.


Entre os principais pontos de pauta, o Comitê Gestor aprovou o Hospital Ester Faria de Almeida (HEFA) de Pedra Azul, como nível III, o que garantirá um investimento mensal do Governo de Minas no hospital no valor de R$ 100 mil.

 

Com a elevação de nível, o HEFA passará a contar com plantão presencial 24 horas de médicos clínicos e pediatra e plantão médico alcançável das especialidades de gineco-obstetra, cirurgião geral, traumato-ortopedista e anestesista.



Na região, os hospitais Vale do Jequitinhonha de Itaobim, São Vicente de Turmalina e Deraldo Guimarães de Almenara, que foram inicialmente classificados como nível III, também poderão ter alteração de nível, passando para níveis II, assim que estiverem em funcionamento pelo menos dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nas instituições.



Outro ponto abordado foi sobre o Protocolo de Manchester.

O Coordenador Estadual de Urgência e Emergência da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Rasível dos Reis, frisou que é imprescindível que os pontos de atenção realizem a classificação de risco.

A orientação é que aquelas unidades de saúde que ainda não possuam o Trius ou caso o equipamento apresente problemas, mesmo assim, os profissionais médicos e enfermeiros deverão realizam a classificação de risco. “Na verdade, o Trius é uma ferramenta que vai nos ajudar a utilizar uma outra ferramenta que é o Protocolo de Manchester.

 

Para utilizar o Protocolo de Manchester é preciso capacitação, formação e certificação dos profissionais. É importante esclarecer que o objetivo do Protocolo de Manchester não é dificultar o acesso, e, sim, dar um acesso qualificado ao paciente. Por isso, é importante que os pontos de atenção realizem a Classificação de Risco e que essa classificação seja realizada pelo médico ou pelo enfermeiro”, disse o coordenador.

SAMU


Ainda, segundo Rasível, a região vem conseguindo avançar na construção da Rede de Urgência e Emergência.

Um exemplo citado pelo coordenador foi o trabalho desenvolvido pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que tem atendido a demanda de pacientes em áreas isoladas, de difícil acesso e que não sabiam para qual hospital poderiam ser encaminhados.

“Fiquei muito emocionado em saber que o Samu estava atendendo muitos pacientes na zona rural, salvando a vida dessas pessoas que apresentavam um quadro agudo de saúde. Isso há pouco tempo era inimaginável”.



Estiveram presentes no evento a Gerente Regional de Saúde de Pedra Azul, Djanira Araújo e o Superintendente Regional de Saúde de Teófilo Otoni, Ivan Santana.

Também participaram da reunião os representantes dos hospitais e das secretarias municipais de saúde que fazem parte da Rede, os presidentes regionais do Colegiado de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), além de representantes da Defesa Civil, Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (COBOM).