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Notícias » Sociedade

09/02/2017 - 12:12 - Fonte: Agência Estado

Morre, aos 98 anos, Florival Rocha, pai da ministra Cármen Lúcia

Florival estava doente, e recebeu visita da presidente do STF no último fim de semana

Foto: redes sociais Morre, aos 98 anos, Florival Rocha, pai da ministra Cármen Lúcia
Ministra é fotografada em Porteirinha

Morreu nesta quinta-feira (9) o pai da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, Florival Rocha, aos 98 anos. Doente, ele morreu em Espinosa, no Norte de Minas Gerais. Florisval era viúvo e deixa sete filhos.

 

 

A cidade fica a 690 km de Belo Horizonte. A ministra havia visitado o pai no último fim de semana. Na ocasião ela usou avião de carreira, alugou veículo popular no aeroporto de Montes Claros, comeu coxinha e chupou pirulito  na cidade de Porteirinha, no trajeto até Espinosa, cidade de 35 mil habitantes.

 

 

 

 

A passagem da ministra pela região foi registrada em fotos publicadas nas redes sociais e relatada em reportagens de jornais do Estado e do jornal O Estado de S Paulo.
 

 

Quem foi

 

Florival foi comerciante bem sucedido em Espinosa, dono de posto de combustíveis, lojas de eletrodomésticos e de material de construção. Ele morreu às 4h50min desta quinta-feira. O corpo foi levado para o Hospital Municipal Risoleta Neves, em Espinosa, para a preparação para o traslado. 



A assessoria do STF informou que "a pedido" da ministra Cármen Lúcia, o órgão não divulgará nada a respeito do pai dela em seu site e que o velório será restrito aos familiares. Informou ainda que a presidente do STF encontra-se junto com sua família, sem detalhar local. 


 

 

 

luto oficial

 


Em Espinosa, foi divulgado que o corpo de Florival Rocha será sepultado em Belo Horizonte. Por causa da morte, o prefeito de Espinosa, Milton Barbosa Lima (PT), decretou luto oficial por três dias no município. 



No decreto não é feita referência ao fato de Florival ser pai da presidente do STF. É apenas dito que Florival era empresário no município e citado: "o consternamento (sic) geral da comunidade espinosense e o sentimento de solidariedade, dor e saudade que emerge pela perda de um cidadão exemplar, respeitável líder, chefe de família honrado, de ilibado espírito público". 



Também é enaltecido que "é dever do Poder Público render justas homenagens àqueles que com seu trabalho, seu exemplo e sua dedicação, contribuíram para o bem estar da coletividade".