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Notícias » Saúde

06/04/2018 - 12:51 - Fonte: Gazeta de Araçuai

Capelinha registra primeiro caso suspeito de febre chikungunya

O caso foi diagnosticado em um adolescente de 16 anos, residente na área urbana da cidade.

Foto: arquivo Capelinha registra primeiro caso suspeito de febre chikungunya
O município de Capelinha possui cerca de 37.867 habitantes, conforme o IBGE

A Secretaria Municipal de Saúde de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha (MG)confirmou  nesta quinta-feira (5) o primeiro caso de febre chikungunya autóctone, que ocorre quando a doença é contraída dentro da própria cidade. 

 

Trata-se de um adolescente de 16 anos, residente no bairro Aparecida, que não fez viagem alguma recentemente. A secretaria foi notificada pelo médico Pedro Pimenta, que atendeu o adolescente no consultório dele, com sintomas clássicos da doença.

 

De acordo com informações da Polícia Militar, o garoto já está recebendo o tratamento adequado, não precisou ser internado e está frequentando a escola normalmente.

 

A Vigilância Ambiental, órgão responsável pelo combate ao mosquito, fará uma Pesquisa Vetorial Especial (PVE) nas proximidades da residência do garoto e também em locais que ele esteve nas últimas semanas, para tentar identificar se há focos do mosquito transmissor.

 

A secretária municipal de Saúde, Célia Peçanha de Oliveira, avalia que o momento não é de pânico pelo fato da cidade registrar um caso da doença, mas que o  fato serve de alerta para a população não  deixar água parada, lotes sujos, quintais com entulho; entre outras medidas preventivas contra o mosquito transmissor.

 

Ela disse ainda que  uma situação recorrente na cidade é a recusa de moradores em receber a visita dos agentes de Saúde. “ É preciso que as pessoas saibam que o agente vai às casas para garantir as medidas de proteção e controle das doenças”, destacou a secretária. Segundo Célia Peçanha; existem medidas judiciais que serão utilizadas caso necessário, pois a saúde da população se sobrepõe ao interesse pessoal.

 

Ela reafirma que é necessário continuar o combate ao Aedes aegypti, eliminando possíveis pontos de água parada nas casas.

 

 

Sérgio Vasconcelos

Repórter