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26/01/2019 - 23:21 - Fonte: Ascom/gabinete Igor Timo

Deputado Igor Timo acompanha desdobramentos da tragédia em Brumadinho.

Com ações como a postagem de vídeos nas redes sociais, Igor Timo vem dando informações sobre os desdobramentos e ações possíveis de serem adotadas para minimizar o sofrimento das famílias atingidas pela tragédia

Foto: divulgação Deputado Igor Timo acompanha desdobramentos da tragédia em Brumadinho.
Deputado Igor Timo, governador de Minas Romeu Zema e a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, durante reunião em BH.

 

 

Às vésperas de tomar posse na Câmara Federal no próximo dia primeiro de fevereiro, o deputado federal eleito  Igor Timo, deixou  Brasília e voltou para belo Horizonte para  hipotecar solidariedade às vítimas do rompimento de uma barragem de rejeitos de minério em Brumadinho. Com ações como a postagem de vídeos nas redes sociais, Igor Timo vem dando informações sobre os desdobramentos e ações possíveis de serem adotadas para minimizar o sofrimento das famílias atingidas pela tragédia .

  

“Uma nova tragédia em Minas Gerais. Meu Deus! ”. Foi assim que ele reagiu ao receber no celular imagens de um rio de lama que, rapidamente, espalhou destruição em mais um desastre ambiental ocorrido nesta sexta-feira, dia 25, no município de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

 

“Essa é uma tragédia anunciada! E não podemos mais conviver com esse pavor repentino que, sem avisar, deixa um rastro de destruição irreparável. E alguma providencia precisa ser tomada de maneira urgente para nos previnirmos dessa ameaça silenciosa que, põe em risco, sobretudo, nós mineiros, já que concentramos aqui a maior quantidade de barragens do país”, destacou o parlamentar

 

 O episódio devastador que derramou quase 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro desta vez, foi consequência do rompimento de mais uma, das 450 barragens existentes em Minas Gerais que, em questão de minutos, devastou por completo a área administrativa da barragem da Vale SA, localizada no Córrego do Feijão e a comunidade Vila Ferteco do município de Brumadinho, que tem pouco mais de quarenta mil habitantes.

 

Uma ferida profunda que volta a se abrir e deixar um rastro de morte, destruição, dor e muita tristeza, passados exatos três anos e dois meses do episódio de rompimento da barragem do Fundão, na cidade de Mariana, microrregião de Ouro Preto, que deixou um triste saldo de 19 mortes e ficou registrado como o maior desastre mundial da história da mineração até os dias de hoje.

 

Sofrimento do passado que ainda deixa marcas e se arrasta nos tribunais, com pedidos de indenização e a condenação dos envolvidos, mas que, segundo especialistas, não pode ser comparado com o observado em Brumadinho, classificado como maior e muito mais grave que o desastre de Mariana.

 

 

Deputado Igor Timo acompanhou reunião com presidente Jair Bolsonaro, ministros e governador de Minas, no aeroporto de Confins, para tratar de medidas sobre a tragédia.

Bolsonaro  vê área da tragédia

 

. “Neste sábado, dia 26, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, esteve com ministros na capital acompanhado do Governador de Minas, Romeu Zema e outras autoridades locais.

 

Juntos, fizeram um sobrevoo no local para dimensionar o tamanho e a proporção de mais esse desastre ambiental. “ Tão logo a viagem foi concluída ali mesmo, no Aeroporto de Confins, participei das discussões e acompanhei de perto as ações propostas para minimizar a tristeza das famílias que relatam desaparecimento de familiares, amigos e tiveram suas moradias devastadas”, disse o deputado Igor Timo. 

 

 “Como deputado federal eleito por Minas Gerais, pretendo dar prosseguimento me mobilizando junto às autoridades de competência envolvidas para que, juntos encontremos soluções definitivas e que evitem que tragédias como essa, registrada em Brumadinho bem como a de Mariana, voltem a se repetir”, ressaltou o deputado.

 

 O parlamentar aproveitou para reforçar a necessidade de mobilização dos mineiros neste momento de dor e sofrimento. Uma espécie de “corrente do bem” com doações que possam diminuir a luta daqueles que perderam tudo com o desastre ambiental.