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Notícias » Economia

12/10/2019 - 16:16 - Fonte: O Tempo

Zema não garante pagamento do 13º em dezembro

O governo de Minas Gerais, com autorização da Assembléia Legislativa, pretende antecipar recursos dos royalties do nióbio para conseguir pagar o 13º salário aos servidores sem a necessidade de parcelamento, como ocorreu nos últimos anos.

Foto: Pedro Gontijo / Imprensa MG Zema não garante pagamento do 13º em dezembro
Governador Romeu Zema e secretários durante coletiva na Cidade Administrativa na manhã desta terça-feira (12),

 

Apesar do acordo de líderes na Assembleia Legislativa de Minas Gerias (ALMG) para análise e votação, sem obstruções, da proposta que garante o pagamento do  13º  salário aos servidores em dezembro, o governo de Minas não sabe se pagará o benefício ao funcionalismo este ano. 

 

Isso porque, de acordo com o secretário de Planejamento, Otto Levy, são necessárias de três a quatro semanas de operação na Bolsa de Valores para o Estado conseguir R$ 5 bilhões – na operação de crédito que envolve os royalties do nióbio. 

 

Na ALMG, a previsão de votação é 18 de dezembro. Neste prazo, o servidor estadual receberá o 13 a partir de janeiro. Para o funcionalismo receber em dezembro, os deputados precisam aprovar a proposta até o fim de novembro. 

 

Levy e Bilac Pinto, secretário de Governo, evitaram falar diretamente sobre previsão de pagamento. Levy apenas falou sobre o tempo necessário para a operação na bolsa ocorrer. 

 

O secretário de Planejamento disse também que, hoje, o governo não tem dinheiro disponível para arcar com o pagamento da gratificação natalina sem realizar a operação do nióbio. “O Estado não possui no caixa dinheiro suficiente para o  13º ”, disse Levy.  

 

Proposta. 

 

O governo de Minas Gerais, com autorização da ALMG, pretende antecipar recursos dos royalties do nióbio para conseguir pagar o  13º  salário aos servidores sem a necessidade de parcelamento, como ocorreu nos últimos anos. Levy explicou que o governo antecipará 49% dos royalties – e não todo. “São R$ 5 bilhões e estou preparando adiantamento de 49% dos royalties do nióbio. O Estado vai continuar recebendo os outros 51%”, afirmou.