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19/10/2019 - 08:26 - Fonte: EM

Governo de MG já tem datas para pagar servidor com fim do parcelamento

O projeto de lei que permite ao governo de Minas pagar o 13º salário deste ano e acabar, pelo menos temporariamente, com o parcelamento, será votado nesta terça-feira (19) pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembleia

Foto: arquivo Governo de MG já tem datas para pagar servidor com fim do parcelamento
Governo de Minas precisa de R$ 3 bilhões para quitar o 13º salário de 2019

 

O governo de Minas informou ao Legislativo que precisa conseguir pelo menos R$ 4 bilhões com a venda de recursos do nióbio para, além de pagar o 13º salário deste ano, acabar com o parcelamento dos salários dos servidores que ocorre desde 2016 em janeiro de 2020. Em resposta a questionamentos dos deputados, o Executivo coloca duas datas prováveis para que o funcionalismo passe a ter os contracheques depositados, dependendo do valor que a operação financeira arrecadar: o 5º dia útil ou o dia 12 de cada mês.

 

O projeto de lei que permite ao governo de Minas pagar o 13º salário deste ano e acabar, pelo menos temporariamente, com o parcelamento, será votado hoje pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembleia, sem obstrução. É o último passo para que o texto seja apreciado em plenário amanhã, como prevê acordo de líderes fechado na semana passada.

 

 
Em ofício assinado pelo secretário de Planejamento e Gestão, Otto Levy, o governo informa que precisará de R$ 3 bilhões para pagar o benefício natalino dos servidores. Já para acabar com o escalonamento do pagamento dos salários “seriam necessários recursos extras de aproximadamente R$ 1 bilhão para a quitação da folha no dia 12 de cada mês e de R$ 2,2 bilhões para que os pagamentos sejam realizados no quinto dia útil”, diz o documento.
 
 

Em entrevista na semana passada, porém, Otto Levy já adiantou que o fim do parcelamento é temporário, podendo voltar a ocorrer dentro de seis meses se as propostas do ajuste fiscal, entre as quais estão incluídas a privatização da Cemig e da Copasa, não forem aprovadas pela Assembleia.