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17/01/2020 - 20:14 - Fonte: HD

Capelinha registra caso suspeito de intoxicação após beber cerveja da Baker

Dos 19 registros que estão sendo acompanhados pela SES, 12 são de moradores da capital.

Foto: arquivo Capelinha registra caso suspeito de intoxicação após beber cerveja da Baker
Capelinha tem cerca de 38 mil habitantes.

Um morador de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, entrou nesta sexta-feira (17) na lista de pessoas com suspeitas de intoxicação por dietilenoglicol, presente em cervejas fabricadas pela Baker, em especial, a Belorizontina. A informação é da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), que divulgou novo balanço. Já são 19 notificações.

 

Detalhes sobre o último caso não foram enviados. Até o momento, são 17 homens e duas mulheres. Quatro pacientes tiveram a presença da substância tóxica confirmada por exames - um deles morreu. Outros três óbitos seguem sob suspeita. 

 

 

A morte confirmada ocorreu em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Paschoal Dermatini Filho, de 55 anos, morava em Ubá, na mesma região, e faleceu em 7 de janeiro. Sobre os demais óbitos, dois ocorreram em Belo Horizonte - na quarta (16) e na quinta-feira (17) - e um em 28 de dezembro, em Pompéu, na região Central.

 

Dos 19 registros que estão sendo acompanhados pela SES, 12 são de moradores da capital. Os restantes são de Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, Nova Lima, na Grande BH, Pompéu e São João Del Rei, na região Central, São Lourenço, no Sul de Minas, e Ubá e Viçosa, na Zona da Mata.

 

Orientações

A SES orienta à população de Minas Gerais que caso tenha em sua residência cervejas de qualquer marca ou lote produzida pela Cervejaria Backer não a descarte em pias ou vasos sanitários, nem as coloque no lixo comum, pois outras pessoas podem pegar e consumir esses produtos. Estas cervejas devem ser identificadas com alguma inscrição do tipo: “Não ingerir. Produto impróprio para o consumo”, armazenadas separadamente dos demais alimentos até que você possa entregá-los nos pontos de recepção (Vigilância Sanitária de sua cidade, Núcleos Estaduais de Vigilâncias Sanitárias ou PROCONs).