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Notícias » Economia

26/10/2020 - 22:27 - Fonte: O Tempo

Governo de Minas ainda não sabe de onde vai vir recurso para pagar o 13°

A administração estadual terminou de quitar, em maio deste ano, o pagamento do 13º salário de todo funcionalismo referente ao ano passado.

Foto: arquivo Governo de Minas ainda não sabe de onde vai vir recurso para pagar o 13°
Governador Romeu Zema

O governo de Minas Gerais ainda não tem como precisar de onde vai vir o dinheiro para pagar o 13º salário do funcionalismo público neste ano. Segundo o secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa, por mais que o Estado tenha apresentado melhora na arrecadação em outubro, ainda não é possível tratar sobre essa questão. 

O governador Romeu Zema (Novo) e equipe estiveram, nesta segunda-feira (26), em Brasília, para buscar mais recursos para o Estado. O chefe do Executivo foi questionado sobre fala dada ao jornal O TEMPOno último domingo (26), de que o pagamento da bonificação natalina deve ser feita, mais uma vez, de forma parcelada. Na oportunidade, também não soube precisar de onde sairia a quantia. 

 

“Nós ainda estamos em outubro. Vamos aguardar. A atividade econômica tem recuperado”, afirmou Zema nesta quarta-feira em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Ele participou de encontro com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

 

Logo em seguida, o governador pediu que Barbosa explicasse sobre o pagamento: “A atividade econômica melhorou. Temos uma arrecadação em outubro melhor do que a esperada. Enfim, mas por enquanto a gente ainda não tem como adiantar essa questão”, disse o secretário. 

A administração estadual terminou de quitar, em maio deste ano, o pagamento do 13º salário de todo funcionalismo referente ao ano passado. Na época, a quantia foi proveniente de acordos judiciais. Já em 2020, o governador sinalizou novamente o parcelamento diante da questão fiscal do Estado:

 

“Não, ainda não temos (uma definição). Estamos fazendo de tudo para que possa ser pago o quanto antes. O que é pouco provável que aconteça devido a situação financeira do Estado (...). Vamos aguardar para ver, mas é o mais provável (parcelamento dos salários”, disse Zema no domingo.